Entre todas as estreias desta temporada na Broadway, Cobie Smulders tinha uma tarefa difícil à sua frente. Uma veterena de How I Met Your Mother e de Os Vingadores que compartilhou o palco com nomes de peso como Kevin Kline, Kate Burton e Kristine Nielsen em Present Laughter de Noel Coward.

No entanto, Smulders se absorveu impressionantemente em sua primeira saída na Broadway. destacando-se com a ferozmente independente Joanna Lyppiatt. É uma performance que valeu um prêmio do Theatre World Award.

Com a cortina caindo para Present Laughter no dia 2 de julho, Smulders olhou para trás ao fazer a sua estreia na Broadway junto com a companhia A-list e falou como isso fez ela se esforçar para melhorar.

Qual sua fala favorita que você tem que dizer?

É minha fala favorita, e também é aquela que eu tropecei no começo porque é tão exaustiva: “Nada além da cortesia artificial e tolerância ligeiramente frígida”. Agora que estamos quase finalizando, estou saboreando isso, equanto antes, eu estava apenas tentando lembrar e falar essas palavras.

Todos adoram piadas interiores. Qual é a melhor da sua peça?

Antes de começar a ação, Kristine Nielsen, Kate Burton, Siobhan (que faz nossos cabelos), Madison (que é nosso gerente de palco) e eu temos uma festa de dança muito particular antes de entrar no palco. Eu tenho que aprender que eu não posso entrar muito nessa festa da dança, caso ao contrário eu entro no palco sem ar.

Todo show apresenta dificuldades técnica. Qual foi a pior dificuldade técnica encontrada durante o seu show e como foi tratada?

No final do primeiro ato, Kevin Kline e eu estamos nos beijando e depois a cortina cai. Teve uma noite que estavamos nos beijando e estava super silencioso. Normalmente, a música aparece e as pessoas batem palmas. Eu estava olhando para o topo, e Kevin estava no meu ouvindo, “A curtina não caiu.” e ele disse “Talvez deveriamos subir as escadas”. Então nós subimos as escadas e havia um silêncio terrível. É por isso que você atua com Kevin Kline ou com pessoas que fizeram isso por décadas: eles são mestres e eles pensam em algo no momento, não apenas, como, “Cortina! Cortina!”.

Qual foi o presente mais interessante que alguém te deu na porta do teatro?

Alguém me deu um livro que tinha meu personagem da Marvel, Maria Hill, e eu fiquei muito agradecida.

Qual foi a pessoa mais legal que veio te ver na peça? (Você não pode dizer sua família!)

Neil Patrick Harris. Ele é meio que um membro da família. Josh Radnor, Annaleigh Ashford que veio ontem a noite e eu assisti ela em The Park With George e eu fiquei hipnotizada. Eu tive um desses grandes momentos onde eu estava “Você apenas me viu no palco, então eu posso abordá-la para cumprimentá-la e não me sentir uma tola” Annaleigh foi ótima pra mim.

Como é fazer sua estreia na Broadway em um elenco de atores de peso, como Kevin Kline, Kate Burton e Kristine Nielsen?

No começo, obviamente, foi intimidador. Mas aí eu percebi o quão gentil, entregues, e encorajadores eles eram. Fui muito sortuda. Eles me deram muito apoio. Inicialmente, foi meio assim “Puta merda, tenho que fazer essa performance, durante todos os shows, sendo oponente dessas pessoas.” Mas percebi que isso não era uma competição, não era um “quem faz o que melhor.” Você está cercada por tanto talento que isso só faz você melhor, ou querer ser melhor.

Com qual dos figurinos feitos pela indicada ao Tony, Susan Hilferty, você desejaria poder ficar?

Nós fomos informados que não podemos ficar com nada, mas quero o meu roupão de banho. Honestamente, era a única coisa a qual eu vestiria. O vestido é muito chique, o terninho não condiz com meu estilo de vida, mas o roupão me traz muitas lembranças. Mas ainda estou lutando por isso. Acho que temos dois, então deve ter um que eu possa pegar. Veremos.

Como é ser uma canadense na Broadway em uma temporada a qual o Canadá é muito bem representado em “Come From Away” ?

É emocionante. Lembro dessa história toda e sinto muito orgulho do meu país e não… , porque nós como nação somos muito gentis e hospitaleiros. Ainda não vi. Vou próxima semana depois de terminamos com a peça. Pude ver um pouco no Tony e foi como um receber um abraço quente no teatro.

Como podemos comparar sua personagem em “Present Laughter”, Joanna Lyppiatt, com Robin Scherbatsky de “How I Met Your Mother”?

Elas são duas ervilhas em uma vagem… um pouco. Sobre Joanna, ela é uma mulher realmente moderna a qual está presa nesse tempo em que as mulheres eram proibidas de terem carreiras ou ter sua própria independência, a não ser que elas fossem extremamente ricas. E tem esse mundo que é o da Robin, ela é uma versão atual da Joanna, falando em termos de precisar ter essa independência. Nunca tinha comparado elas antes, mas vejo isso agora.

Se você pudesse fazer uma peça com seu marido, Taran Killam, qual seria?

Quando penso nisso, primeiro reflito sobre nossas vidas agora: quem fica com as crianças? A gente meio que fez esse jogo quando ele estava fazendo “Hamilton”, por um tempo ele estava lá e eu estava cuidando das crianças. Talvez daqui a 15 anos poderíamos fazer “Virginia Woolf” e somente gritar um com o outro e fingir que está bêbado. Ou realmente estar bêbado. Talvez nós poderíamos fazer um musical. Ele estudou teatro musical, e ele é um idiota do teatro musical. Mas ele seria o que cantaria, e eu faria as dublagens. Ou eu só falaria mesmo.

 

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